Jacqueline Viana

“Sex And The City”: Marketing para segmento de mercado

Publicado por: Jacqueline Viana em: 18/05/2008

Comentário do post anterior: Sexo, relacionamentos e futilidades com a atitude que se espera hoje em dia de uma mulher moderna? Discordo.

Agora explico: Fazendo rodar a máquina do marketing, “Sex and the City” atrai mulheres e anúncios. Essa é a oportunidade de marketing ideal para divulgar tendências e elaborar mensagens de marketing para este segmento de mercado.

Os enredos da série e do filme são claramente sustendados pela condição de associação da marca “Sex And The City” a outras marcas e pelo nível de envolvimento do público feminino com as histórias das quatro novaiorquinas. Por aí já se vê porque este já é um dos filmes mais esperados do ano.

E apoiados por um marketing muito bem planejado, os produtores do filme, da série que se manteve na HBO de 1998 a 2004, parecem não tomar nenhum cuidado com o uso de spoilers. As revelações que não páram de ser publicadas aumentam o buzz em torno do filme

Em meio ao caleidoscópio do consumo e interessados no comportamento de compra deste público, os patrocinadores se infiltram no enredo da trama e vendem produtos endereçados principalmente a mulheres, a fim de aumentar vendas em lojas para consumidoras.

Além da Skyy (patrocinadora oficial das bebidas alcoólicas do filme), ainda estão incluídas a Bag Borrow or Steal, que aluga bolsas e jóias online; perfumes Coty; Glacéau Vitaminwater, vendida pela Coca-Cola Company; a divisão Mercedes-Benz USA da Daimler; e a joalheria brasileira H. Stern.

Deixe uma resposta

Atualizações do Twitter

Follow me

Canção do Dia de Sempre


Tão bom viver dia a dia...
A vida, assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como essas nuvens do céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência...esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,

Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas

(Mário Quintana)

Cibercultura